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Biofábrica intensifica produção de mudas

Na expectativa de ultrapassar dois milhões de mudas previstas para este ano, o Instituto Biofábrica de Cacau está intensificando o seu processo de produção de mudas de cacau clonal e seminal, visando atender a crescente demanda no processo de comercialização que, inclusive, já desponta interesses de outros mercados, além da região sulbaiana, a exemplo de produtores do Espírito Santo e do Extremo sul da Bahia.

Para o diretor técnico da Biofábrica, Aldo Maia Lavigne Brito, um dos fatores que está contribuindo positivamente para o incremento na produção das mudas foram as chuvas que caíram na região no último mês de julho, quando o índice pluviométrico registrou um volume de, representando  do total que era esperado para o trimestre de julho a setembro de 2010.

“Aliado a este fator de ordem natural, os investimentos feitos na recuperação total de quatro viveiros foram decisivos para que pudéssemos elevar a produção. Com isto, estamos assegurando aos produtores de cacau mudas de alta qualidade, para a comercialização, a partir do final deste mês de agosto”, frisou Aldo.

O diretor técnico da Biofábrica lembra que a manutenção dos viveiros em bom estado de conservação também influencia no processo e produção. Atualmente, a unidade central produtora e de micropropagação do Banco do Pedro tem 20 viveiros, que foram construídos com a previsão de vida útil de 10 anos.

Porém, devido à ação do tempo e a falta de manutenção periódica, o processo de degradação destas estruturas foi acelerado. O Instituto Biofábrica de Cacau foi fundado em 1997, como uma organização social vinculada ao Governo do Estado da Bahia.  Para recuperar os outros 16 viveiros, a direção da entidade aguarda liberação de verba junto ao Ministério da Agricultura

Lavigne observa que o fato da Biofábrica produzir em larga escala não é garantia de que toda a produção será comercializada na mesma proporção. “Portanto, é necessário que exerçamos um controle de tal modo que as mudas colocadas à disposição do mercado sejam suficientes para atender a real demanda dos produtores, evitando assim um desperdício do material genético utilizado para a fabricação das plantas”, argumenta.

Até o final do último mês de julho, segundo dados apontados em relatório da diretoria técnica, foram produzidas pela Biofábrica 1.694.131 de mudas, entre cacau clonal, cacau seminal, fruteiras (açaí, cupuaçu, graviola, pitanga, goiaba, pinha, jenipapo e cajá) e essenciais florestais. Deste total, foram comercializadas mais de 630 mil plantas. Em 2009, foram produzidas 1.991.680 e vendidas 1.145.514 mudas.

A central de micropropagação de Banco do Pedro tem uma área total de 63 hectares, sendo que 4,4 hectares são ocupados pelos viveiros de mudas, representando a maior área de viveiros em campo aberto do mundo. Na região Nordeste, a Biofábrica de Cacau é a única instituição com Registro Nacional de Sementes e Mudas, além de ser exclusiva na produção de mudas de cacau em larga escala.

Instituto Biofábrica de Cacau

Jornalista Erivaldo Bomfim

06-08-2010

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